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A economia das nossas avós

... e outras ideias para poupar e ganhar!

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A minha grande amiga: As Finanças - II

Começo a dar razão a um vizinho que tem uma curiosa teoria sobre o governo: como precisa desesperadamente de dinheiro, dispara em todas as frentes para ver se alguém cai na ratoeira. Só assim se explica que as Finanças me tenham enviado três notificações para pagar o Selo do Carro, quando já o tinha feito há meio ano, e me esteja a tentar ludibriar com o IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis.

 

 

Em Fevereiro, recebi uma nota das Finanças com o valor patrimonial da minha casa resultante da reavaliação. Ontem, recebi a nota de liquidação da primeira prestação do IMI e é aqui que tudo se complica:

 

 

- o valor patrimonial sobre o qual incide a taxa de IMI é superior em mais de dois mil euros ao valor resultante da avaliação das Finanças (o mesmo se passa com o meu vizinho da frente);

 

 

- a taxa de IMI que me aplicaram é de 0,61%. Segundo o Código do IMI para 2013 (que aconselho a todos a consultarem) determina que, em caso de reavaliação (como foi o meu), as câmaras municipais devem aplicar uma taxa entre 0,3% e 0,5%;

 

 

- a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (à qual pertenço) aprovou em reunião camarária que a taxa a aplicar às casas reavaliadas é de 0,3%, ou seja, menos de metade da aplicada pelas Finanças.

 

 

 

Não podem argumentar que a culpa é do computador porque, como costuma dizer o mesmo vizinho, os computadores são burros, só fazem o que nós, humanos, lhes dizemos para fazerem.

 

 

Esta é mais uma prova que os serviços da Autoridade Tributária não comunicam entre si e que as novas tecnologias não estão a ser devidamente utilizadas.

 

 

Para esclarecer este imbróglio, na segunda-feira estarei à porta das Finanças logo pela manhã. Vou perder horas preciosas (tempo = dinheiro) desnecessariamente só porque os serviços do Estado funcionam muito, muito mal.

 

 

Aconselho a todos que se informarem devidamente sobre a taxa de IMI aprovada pela respectiva câmara e a conferir o valor patrimonial resultante da reavaliação (se for o caso) e o que vem na nota de liquidação das Finanças.

 

 

Toda esta embrulhava é mais uma prova de que o governo está desorientado e que não olha a meios para nos roubar mais dinheiro.

 

 

Estejam muito atentos e... boas poupanças!

 

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