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A economia das nossas avós

... e outras ideias para poupar e ganhar!

... e outras ideias para poupar e ganhar!

Brrrrrrr

Foto: everystockphotos.com/machadow
 

Já viram como os dias estão verdadeiramente frios? Pelo menos, ontem, em Lisboa, sentia-se um frio de arrepiar. E a chuva que caiu parecia neve derretida. Já dizia a minha avó: "Ande ele por onde andar, no Natal há-de chegar". O frio, claro!

 

 

Com as temperaturas tão baixas o que apetece mesmo é ficar em casa. E se for com uma lareira acesa (ou aquecedor), melhor ainda. Já aqui vos deixei algumas dicas de como manter as casas quentes, mesmo no inverno, mas hoje vou deixar-vos mais algumas.

 

 

Se tem uma lareira a gás (mesmo que natural), certamente já terá notado o quanto esta consome. Em 10 anos, acendia a minha uma única vez, por duas horas, e jurei para nunca mais, tal a exorbitância que me foi cobrada. O técnico da companhia de gás que veio cá a casa aconselhou-me a transformá-la numa lareira tradicional, pois era muito mais saudável e barato.

 

 

Como ainda não tive dinheiro para as obras, fui obrigada a arranjar alternativas. Os aparelhos eléctricos também não me parecem uma boa alternativa. Os aquecedores a gás já são menos dispendiosos e são eficazes sobretudo em divisões pequenas. Há, contudo, que ter cuidado em ventilar o espaço, tal como aquando da utilização das lareiras tradicionais.

 

 

Se tiver respiradores nas caixas dos estores (como é o meu caso) tenha o cuidado de os manter fechados durante o tempo frio, especialmente se forem mais do que um, uma vez que poderão originar correntes de ar.

 

 

E por falar em correntes de ar, sabia que uma fenda de apenas com 3 mm de largura à volta de uma porta de tamanho médio, equivale a um buraco na parede com cerca de 10cm x 15 cm ou à falta de um vidro na janela? Eu também não. Aprendi-o no livro “547 Maneiras Fáceis de Poupar Energia em sua Casa”, escrito por Roger Albright. Verifique, por isso, se as portas e as janelas de casa estão bem calafetadas.

 

 

E sabia que aqueles banquinhos pequeninos onde os nossos avós colocavam os pés quando estavam sentados não serviam apenas para descansar as pernas? É verdade. Li num jornal antigo (confesso, não me lembro em qual) que essa era também uma forma de evitar que os pés apanhassem as correntes de ar que circulam junto ao chão, mantendo-os assim sempre quentes.

 

 

Cá em casa há sempre o cuidado de mantermos a porta da divisão em que nos encontramos fechada para evitar que a mesma arrefeça. E para estarmos sempre quentes, é preferível calçar dois pares de meias, um casaco extra e embrulharmo-nos num cobertor quando estamos na sala ou colocar uma manta nas pernas, se estivermos a trabalhar no escritório, do que estar a gastar dinheiro no gás e na electricidade.

 

 

Claro que estes conselhos são úteis apenas para quem, como nós, tem uma casa soalheira e com janelas calafetadas. Quem vive nas terras altas e do interior, acredito que seja necessário optar por outras soluções para que a casa permaneça a uma temperatura confortável.

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