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Não (des)gaste os seus dentes

Quinta-feira, 28.03.13

Sabia que escovar os dentes em excesso é prejudicial? Sempre tive muito cuidado com os meus dentes, embora, confesse, não seja grande utilizadora do fio dentário. Mas escovo sempre os dentes após as refeições e utilizo elixir bucal. Até no meu local de trabalho tenho escova e pasta à mão. E conheço quem ande com um kit sempre na mala.

 

 

Mas há pouco tempo apercebi-me que escovo demasiado os dentes - não demasiadas vezes, mas de uma forma demorada e intensa em cada escovagem - e isso não é saudável. Explicou o médico dentista a uma amiga que se queixou de hipersensibilidade dentária.

 

 

Segundo o médico, escovar os dentes durante muito tempo e de forma muito intensa desgasta a camada de esmalte, tornando os dentes mais sensíveis e permeáveis a infecções. A escovagem ideal deve demorar apenas dois minutos. Desde que soube isto, tenho tido muito mais cuidado na hora de tratar da higiene bucal.

 

 

Cuidando dos seus dentes, poupa na saúde e na carteira: não está tão permeável a dores e infecções e não tem que gastar tanto dinheiro em médicos dentistas, tratamentos e medicamentos.

 

 

Já agora, não se esqueça que deverá substituir a sua escova de dentes de três em três meses ou antes se verificar que as cerdas estão demasiado gastas (depende muito da qualidade da escova e da força que faz ao escovar).

 

 

De fechar a torneira enquanto escova os dentes. Melhor ainda, encha o copo e tente utilizar só essa quantidade de água. Saiba ainda que a quantidade recomendada de pasta dentrífica o tamanho de um grão de ervilha. Esprema bem a embalagem para utilizar toda a pasta (e assim poupar dinheiro).

 

 

Boa saúde e boa poupança!

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Mini-férias

Segunda-feira, 25.03.13

A semana da Páscoa é, por excelência, um dos períodos preferidos pelos portugueses para uma mini-férias. Porque querem regressar à terra natal para participar nas cerimónias religiosas desta quadra, porque a oferta cultural e de lazer é maior ou simplesmente porque querem fazer uma pausa no ano de trabalho antes das verdadeiras férias de verão.

 

 

De acordo com as notícias, os portugueses não se limitam a ficar por cá. As viagens para o estrangeiro estão a ter também bastante procura, o que me leva a pensar que (a) os pacotes oferecidos pelas agências são mesmo, mesmo muito tentadores - quanto ao preço e quanto à oferta - ou (b) os portugueses ainda não estão bem conscientes da grave crise económico-financeira que o país estava a atravessar.

 

 

Há uns anos, passei umas maravilhosas mini-férias de verão na Serra da Estrela. Foram quatro dias em cheio, sendo que paguei apenas duas noites. A terceira foi uma oferta do hotel por ter escolhido a época baixa. Visitei todos os concelhos da região sem ter que enfrentar as enchentes de turistas habituais durante o inverno e ainda poupei dinheiro.

 

 

Tirar uns dias de descanso em época baixa é, sem dúvida, uma das melhores formas de não gastar muito dinheiro. Os preços são mais baixos, não há tantos turistas (o que nos permite frequentar determinados espaços sem confusão à mistura) e temos mais oportunidades de interagir com a população local, de conhecer os seus hábitos e tradições, o dia-a-dia normal das comunidades.

 

 

Se o seu problema são as condições atmosféricas, não se esqueça de que já nem o tempo é o que era. Há meses na época considerada baixa em que o tempo é muito agradável para passear. É uma questão de estar atento e... de alguma sorte.

 

 

Bom descanso e boas poupanças!

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Roupeiro

Domingo, 24.03.13

Descobri o Roupeiro por acaso numa das minhas muitas viagens pela Internet. Estava à procura de novas oportunidades para ganhar dinheiro com peças de roupa, calçado e bijuteria que já não utilizo e encontrei este site de classificados grátis. Inscrevi-me ontem e, nos próximos dias, vou tentar inserir os meus primeiros anúncios.

 

 

Agora que a primavera chegou e começa a ser altura de revirarmos o guarda-fatos, certamente encontraremos uma ou outra peça de roupa em bom estado, mas que já não queremos/podemos usar. Ou porque engordámos/emagrecemos ou porque já não gostamos de nos ver com ela ou porque decidimos mudar radicalmente o nosso estilo.

 

 

Se assim for, por que não tentar rentabilizá-las? Se tivermos jeito com a agulha e o dedal, podemos reinventar essas peças com um pouco de imaginação. Ou então, vendê-las e, assim, conseguir um dinheiro extra.

 

 

Alguém já experimentou o Roupeiro?

 

 

Boas poupanças!

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A minha grande amiga: As Finanças - II

Sábado, 23.03.13

Começo a dar razão a um vizinho que tem uma curiosa teoria sobre o governo: como precisa desesperadamente de dinheiro, dispara em todas as frentes para ver se alguém cai na ratoeira. Só assim se explica que as Finanças me tenham enviado três notificações para pagar o Selo do Carro, quando já o tinha feito há meio ano, e me esteja a tentar ludibriar com o IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis.

 

 

Em Fevereiro, recebi uma nota das Finanças com o valor patrimonial da minha casa resultante da reavaliação. Ontem, recebi a nota de liquidação da primeira prestação do IMI e é aqui que tudo se complica:

 

 

- o valor patrimonial sobre o qual incide a taxa de IMI é superior em mais de dois mil euros ao valor resultante da avaliação das Finanças (o mesmo se passa com o meu vizinho da frente);

 

 

- a taxa de IMI que me aplicaram é de 0,61%. Segundo o Código do IMI para 2013 (que aconselho a todos a consultarem) determina que, em caso de reavaliação (como foi o meu), as câmaras municipais devem aplicar uma taxa entre 0,3% e 0,5%;

 

 

- a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (à qual pertenço) aprovou em reunião camarária que a taxa a aplicar às casas reavaliadas é de 0,3%, ou seja, menos de metade da aplicada pelas Finanças.

 

 

 

Não podem argumentar que a culpa é do computador porque, como costuma dizer o mesmo vizinho, os computadores são burros, só fazem o que nós, humanos, lhes dizemos para fazerem.

 

 

Esta é mais uma prova que os serviços da Autoridade Tributária não comunicam entre si e que as novas tecnologias não estão a ser devidamente utilizadas.

 

 

Para esclarecer este imbróglio, na segunda-feira estarei à porta das Finanças logo pela manhã. Vou perder horas preciosas (tempo = dinheiro) desnecessariamente só porque os serviços do Estado funcionam muito, muito mal.

 

 

Aconselho a todos que se informarem devidamente sobre a taxa de IMI aprovada pela respectiva câmara e a conferir o valor patrimonial resultante da reavaliação (se for o caso) e o que vem na nota de liquidação das Finanças.

 

 

Toda esta embrulhava é mais uma prova de que o governo está desorientado e que não olha a meios para nos roubar mais dinheiro.

 

 

Estejam muito atentos e... boas poupanças!

 

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Sem talões, nem complicações?

Sexta-feira, 22.03.13

No início, era sem talões, promoções ou outras complicações, mas o Pingo Doce teve que se render às evidências. Talões e promoções são música para os ouvidos dos portugueses, principalmente nos tempos difíceis que atravessamos. Por isso, teve que se adaptar.

 

 

Depois das promoções (incluindo no Dia do Trabalhador, há dois anos) e dos talões (para utilização na BP), o Pingo Doce lançou agora o cartão Poupa Mais. Trata-se de um cartão que resulta de uma parceria entre aquele supermercado e a BP, que oferece aos clientes das duas empresas um desconto de dois euros em combustível por cada 30 euros de compras no Pingo Doce. Mas só até 14 de Abril.

 

 

Parece muito simples, mas há umas quantas condições que é preciso ter em conta antes de decidir registar-se no site (obrigatório):

 

 

- Se se esquecer do cartão Poupa Mais em casa, não poderá mais tarde pedir que os pontos sejam acumulados, mesmo que apresente o recibo;

 

 

- Se o sistema dos postos BP não estiver operacional, não poderá rebater o desconto. Por isso, o melhor é informar-se antes de abastecer, não vá ter uma desagradável surpresa;

 

 

- As vantagens deste cartão não são acumuláveis com outras promoções da BP, pelo que é importante qual lhe será mais favorável.

 

 

Boas poupanças!

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A minha grande amiga: as Finanças - I

Quinta-feira, 21.03.13

Se pensa que as repartições de finanças funcionam em rede e que a Autoridade Tributária utiliza as novas tecnologias para agilizar os serviços, desengane-se. Eu já me desenganei!

 

 

No ano passado, fui um dos milhões de cidadãos notificados pelas Finanças para pagar o selo do carro referente ao ano de 2008. Paguei a dívida (10 euros) e a respectiva multa (15 euros) em Julho, apesar de inconformada com a situação. Julguei eu, cidadã inocente, que não seria mais incomodada com este assunto, mas enganei-me.

 

 

Em Dezembro, caiu-me na caixa do correio uma nova notificação. O montante em dívida ultrapassava já os 35 euros. Na altura, ignorei. Pensei tratar-se de um engano. Pensei que, assim que saldei a dívida, o meu nome seria riscado da lista de devedores. Não foi!

 

 

Na semana passada, recebi nova notificação. Ou melhor, duas! O valor? Quase 70 euros. Fui à repartição de finanças onde tinha pago a dívida inicial com o recibo que o comprova e perguntei o que se passava. Foi quando percebi que as repartições de finanças não funcionam em rede e que a Autoridade Tributária não utiliza as novas tecnologias para agilizar os serviços.

 

 

A explicação que me deram foi muito simples: como não paguei a dívida na repartição das finanças da minha área de residência, esta não sabe que eu já paguei a dívida (apesar de terem passado oito meses)!!!! A repartição onde agora me dirigi teve que enviar um e-mail à repartição da minha área de residência a dar-lhe esta informação (confuso?!)

 

 

Tudo isto obrigou-me a perder tempo (tempo=dinheiro)!

 

 

Felizmente, tinha guardado o comprovativo do pagamento. Como aqui já vos disse, é extremamente importante guardar a documentação referente às finanças durante cinco anos. Guarde todos os documentos numa pasta arquivadora e num local de fácil acesso. De nada servirá guardá-lo se depois não se lembrar onde está!

 

 

Boas poupanças!

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O último exemplar

Terça-feira, 19.03.13

Há umas semanas li um artigo sobre um dos empresários mais ricos de Portugal, que tem investimentos em várias partes do mundo. Não me recordo do nome dele, embora saiba que guardei o artigo algures em casa por causa de uma dica de poupança que, indirectamente, ele dava aos leitores.

 

 

Há uns anos, decidiu comprar um automóvel topo de gama, daqueles que nem em sonhos o comum dos mortais se atreve a desejar. Depois de ver os preços em vários representantes da marca optou por um que lhe oferecia uma redução de alguns milhares de euros no preço. Aceitou de imeditao porque viu aqui uma forma de poupar dinheiro não abdicando do veículo que queria.

 

 

O representante estaria a fazer uma promoção? Não! O automóvel tinha algum defeito? Não? Era em segunda mão? Não! A redução deveu-se simplesmente ao facto de aquele ser o último exemplar daquela marca e modelo na loja e estar em exposição.

 

 

Um dos meus vizinhos contou-me também recentemente que, há uns anos, comprou um televisor por um preço muito em conta só porque era o último exemplar e o que estava em exposição na loja.

 

 

Esta é, de facto, uma forma de poupar algum dinheiro quando queremos comprar um artigo. Temos tendência a recusar os artigos que estão nas montras e expositores, apenas por esse facto, mas talvez devamos pensar melhor para a próxima. O importante é verificar se o artigo não tem mesmo defeitos. Se não tiver, por que não aproveitar?

 

 

Boas poupanças!

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Ter ou ser?

Segunda-feira, 18.03.13

A minha avó ficou viúva com 30 e poucos anos e com quatro filhos ao seu encargo. E foi sozinha, com o fruto do seu trabalho, que os criou. Bem sei que os tempos eram diferentes. Eram de fome, de exploração, de frio e de medo. A minha mãe e os meus tios começaram a trabalhar mal acabaram a quarta classe e ajudavam também na lida da casa. Mas apesar das imensas dificuldades, a minha avó sempre conseguiu poupar algum dinheiro. 

 

 

Ela dizia muitas vezes não compreender como é que determinadas pessoas aparentavam viver no luxo, como é que tinham tantos vícios e estavam constantemente a queixar-se de que não tinham dinheiro para comer. Nos tempos que correm, também há pessoas assim. Que valorizam mais o ter do que o ser, que têm um lado público exuberante e um lado privado de penúria.

 

 

Uma das grande lições que a minha avó me deixou foi precisamente esta: se não há dinheiro para vícios, não se tem vícios. Não quer isto dizer que tenhamos uma vida sem sabor, nem diversão, nem riso, nem alegria. Quer isto simplesmente dizer que temos que encontrar alternativas mais baratas de conseguirmos iso tudo e de ainda conseguirmos poupar.

 

 

O primeiro passo para que consigamos poupar dinheiro é, precisamente, alterando a nossa forma de pensar. Enquanto não estivermos mentalmente convictos de que é preciso poupar, e - mais importante - é possível poupar, não conseguiremos fazê-lo. E deveremos fazê-lo o quanto antes e não esperar que entremos em bancarrota.

 

 

Desafie toda a família - e por que não os amigos? - a reflectir sobre isto e, em conjunto, decidir onde é possível fazer ajustamentos na despesa para poupar. Conversando com amigos e vizinhos, por vezes, encontramos soluções para alguns problemas. Afinal, já Confúcio dizia: "Da discussão nasce a luz".

 

 

Boas poupanças!

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O Netsonda pagou-me

Sábado, 16.03.13

O Netsonda é uma plataforma electrónica de estudos de mercado. Depois de se registar e preencher o seu perfil, será convidado a participar em diversas sondagens. Por cada uma em que for seleccionado, ganha um determinado valor monetário. Mesmo que não seja seleccionado, ganha, embora um valor mais baixo.

 

 

Pela primeira vez desde que estou inscrita, pedi o resgate de dinheiro: 15 euros. No entanto, como não quis passar recibo, paguei logo 35% de imposto de jogo. No final ganhei 9,75 euros. Pode também converter o dinheiro em experiências Odisseia.

 

 

O único ponto negativo neste portal é o facto de algumas profissões - Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Marketing, etc. - serem penalizadas. Há empresas que não aceitam que estes profissionais respondam aos seus inquéritos, como se a sua opinião não fosse tão válida quanto a dos outros.Eu tenho sido uma das pessoas penalizadas, mas, mesmo assim, continuo a tentar.

 

 

Bons ganhos!

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O Neobux pagou-me

Sexta-feira, 15.03.13

O Neobux é um site de PTC (Paid to Click), ou seja, que nos paga por cada clique que fazemos nos anúncios publicitários que nos disponibilizam. Esta semana, resgatei o dinheiro que tinha acumulado para a minha conta PayPal: 10,48 dólares americanos, o equivalente a 9,35 euros.

 

 

Como já aqui vos expliquei, há alguns anos que estou inscrita em alguns destes sites e já ganhei dinheiro e prémios. O segredo é ser persistente e paciente. O número de anúncios disponibilizados varia muito, mas quanto mais vezes entrar no site, maiores são as probablidades de ganhar dinheiro.

 

 

Depois, é explorar as especificidades de cada um destes sites. O Neobux, por exemplo, oferece-nos três hipóteses de ganhar um prémio (não especificado) por cada anúncio visitado. A oportunidade AdSense tem que ser usufruída no prazo de 90 minutos depois dos cliques.

 

 

O Publipt, por exemplo, permite-nos também ganhar uma percentagem dos ganhos de amigos que se tenham inscrito no site, tem neste momento a decorrer um concurso de cliques e, mais recentemente, criou uma secção para ganhos por visualização de videos.

 

 

Não há nada como experimentar.

 

Bons ganhos!

 

 

 

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