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Administração do condomínio - I

Sexta-feira, 30.11.12

Como actual administradora do meu condomínio tenho, entre outras responsabilidades, tentar reduzir ao máximo as despesas sem com isso prejudicar a qualidade dos serviços que nos são prestados. Nem sempre é uma tarefa fácil, porque nos obriga a uma procura constante e a uma discussão permanente entre todos os condóminos.

 

 

Recentemente, decidimos substituir as lâmpadas do condomínio por outras mais económicas à medida que aquelas se fossem fundindo. Estamos a pensar também instalar um sistema que acenda as lâmpadas apenas quando haja presença de pessoas, sobretudo na garagem e no patamar da entrada.

 

 

Desistimos da ligação do elevador à rede da PT. Era uma factura mensal pesada que não se justificava, uma vez que o elevador tem o botão de emergência directamente ligado à central da empresa responsável pela sua manutenção.

 

 

Conseguimos negociar uma redução do preço mensal da empresa que nos faz a limpeza do prédio. Mas agora que o final do ano se aproxima e estamos a receber na caixa do correio cada vez mais propostas tentadoras de empresas de limpeza condomínio, talvez consigamos um preço muito mais em conta. Dada a crise, nenhuma empresa quer perder clientes, por isso, é uma boa altura para encontrar alternativas mais em conta.

 

 

Somos nós, os proprietários dos apartamentos, que fazemos a gestão do condomínio, poupando assim dinheiro. Decidimos assumir essa responsabilidade, embora conscientes de que nos obriga a algumas deslocações, telefonemas e chatices.

 

 

Quem tem mais ideias de como poupar nos condomínios?

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Cauções de serviços públicos

Quinta-feira, 29.11.12

Sempre fui pessoa de reclamar os meus direitos. Acho que é um direito e um dever de cidadania pois, além de vermos reparado um erro, contribuímos para a melhoria do funcionamento das instituições, sejam privadas ou públicas. Já reclamei duas vezes por ter sido mal servida em restaurantes e por um livro cuja tradução estava pessimamente mal feita. Na semana passada, reclamei junto do Metropolitano de Lisboa o pagamento de um bilhete de autocarro que tive que apanhar devido a uma avaria no metro. Ainda aguardo resposta.

 

 

Vem este meu e-mail a propósito de uma reclamação que os meus pais apresentaram junto da Direcção-Geral do Consumidor no dia 16... de Janeiro, por causa da devolução da caução do contrato de electricidade. Lembrei-me deste assunto ao visitar o site da DECO/Proteste e ao deparar-me com o artigo sobre este assunto.

 

 

Caso não esteja familiarizado com o assunto ou já se esqueceu dos pormenores, pode ler o artigo aqui. Os meus pais fizeram a reclamação por e-mail, mas o melhor mesmo será fazê-lo pessoalmente, tendo em conta a não resposta por parte da DGC.

 

 

Se não sabe se tem direito à devolução das cauções dos contratos do gás, água e electricidade, dirija-se às instalações da GGC ou telefone. Já vi que por e-mail nos ignoram.

 

 

Faça valer os seus direitos!

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Brrrrrrr

Quarta-feira, 28.11.12
Foto: everystockphotos.com/machadow
 

Já viram como os dias estão verdadeiramente frios? Pelo menos, ontem, em Lisboa, sentia-se um frio de arrepiar. E a chuva que caiu parecia neve derretida. Já dizia a minha avó: "Ande ele por onde andar, no Natal há-de chegar". O frio, claro!

 

 

Com as temperaturas tão baixas o que apetece mesmo é ficar em casa. E se for com uma lareira acesa (ou aquecedor), melhor ainda. Já aqui vos deixei algumas dicas de como manter as casas quentes, mesmo no inverno, mas hoje vou deixar-vos mais algumas.

 

 

Se tem uma lareira a gás (mesmo que natural), certamente já terá notado o quanto esta consome. Em 10 anos, acendia a minha uma única vez, por duas horas, e jurei para nunca mais, tal a exorbitância que me foi cobrada. O técnico da companhia de gás que veio cá a casa aconselhou-me a transformá-la numa lareira tradicional, pois era muito mais saudável e barato.

 

 

Como ainda não tive dinheiro para as obras, fui obrigada a arranjar alternativas. Os aparelhos eléctricos também não me parecem uma boa alternativa. Os aquecedores a gás já são menos dispendiosos e são eficazes sobretudo em divisões pequenas. Há, contudo, que ter cuidado em ventilar o espaço, tal como aquando da utilização das lareiras tradicionais.

 

 

Se tiver respiradores nas caixas dos estores (como é o meu caso) tenha o cuidado de os manter fechados durante o tempo frio, especialmente se forem mais do que um, uma vez que poderão originar correntes de ar.

 

 

E por falar em correntes de ar, sabia que uma fenda de apenas com 3 mm de largura à volta de uma porta de tamanho médio, equivale a um buraco na parede com cerca de 10cm x 15 cm ou à falta de um vidro na janela? Eu também não. Aprendi-o no livro “547 Maneiras Fáceis de Poupar Energia em sua Casa”, escrito por Roger Albright. Verifique, por isso, se as portas e as janelas de casa estão bem calafetadas.

 

 

E sabia que aqueles banquinhos pequeninos onde os nossos avós colocavam os pés quando estavam sentados não serviam apenas para descansar as pernas? É verdade. Li num jornal antigo (confesso, não me lembro em qual) que essa era também uma forma de evitar que os pés apanhassem as correntes de ar que circulam junto ao chão, mantendo-os assim sempre quentes.

 

 

Cá em casa há sempre o cuidado de mantermos a porta da divisão em que nos encontramos fechada para evitar que a mesma arrefeça. E para estarmos sempre quentes, é preferível calçar dois pares de meias, um casaco extra e embrulharmo-nos num cobertor quando estamos na sala ou colocar uma manta nas pernas, se estivermos a trabalhar no escritório, do que estar a gastar dinheiro no gás e na electricidade.

 

 

Claro que estes conselhos são úteis apenas para quem, como nós, tem uma casa soalheira e com janelas calafetadas. Quem vive nas terras altas e do interior, acredito que seja necessário optar por outras soluções para que a casa permaneça a uma temperatura confortável.

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Papéis e mais papéis

Terça-feira, 27.11.12

Uma maneira de termos uma casa mais saudável e uma vida menos stressada é conseguirmos livrar-nos da muita papelada que vamos acumulando ao longo do anos. Acreditem, eu sei do que falo.

 

 

Hoje, apresento-vos uma dica que tenciono pôr em prática brevemente. Muito do papel que guardo em casa são recortes de revistas e jornais com artigos que na altura me despertaram a curiosidade por um ou outro motivo. De vez em quando, dou uma vista de olhos mais atenta às caixas e dossiês e há sempre um ou outro papel que vai para o lixo. Mas nunca é o suficiente, até porque estão sempre a aparecer novos artigos interessantes.

 

 

Por isso, uma das minhas promessas de ano novo será a de digitalizar os artigos que realmente me podem ser úteis, que profissional, quer pessoalmente. Além de conseguir reduzir, e muito a quantidade de papel (e consequentemente de pó e bichinhos) em casa, posso guardá-las por pastas e depois gravá-los em CD, que ocupam muito menos espaço e não fazem tanto pó.

 

 

O que vos parece?

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Não compre!

Segunda-feira, 26.11.12

Confesso que não sei se funciona, mas achei esta dica tão interessante que decidi partilhá-la convosco. Vou tentar pô-la em prática nos próximos tempos.

 

 

Por vezes, fazemos compras por impulso. Ou porque estamos tristes. Ou porque estamos contentes. Ou porque a publicidade convenceu-nos de que precisamos mesmo, mesmo daquele objecto/serviço ou porque um amigo/a também tem. Quem nunca cedeu à tentação que atire a primeira pedra. Eu já cedi!

 

 

Mas da próxima vez vou tentar não comprar um objecto/serviço só porque sim. Um truque que encontrei um destes dias num blog americano aconselha a aguardarmos 30 dias antes de efectuarmos essa compra. Ao fim desse dia, devemos questionar-nos se precisamos mesmo desse objecto/serviço.

 

 

Eu vou um pouco mais longe. Para não cairmos na tentação, o melhor é focarmos a nossa mente numa outra coisa qualquer. E se ao fim dos 30 dias decidir não comprar o tal objecto/serviço, por que não colocar esse dinheiro num mealheiro?

 

 

Quem alinha nesta ideia?

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TV por cabo: precisa mesmo?

Domingo, 25.11.12

Cada vez que digo a alguém que não tenho televisão por cabo olham para mim como se fosse um extra-terrestre. Mas não sou, acreditem. Ter televisão por cabo, ou um qualquer outro produto/serviço, depende das prioridades que estabelecemos na nossa vida. Não é porque o meu vizinho tem, que eu também tenho que ter.

 

 

Cada vez dedico menos tempo a ver televisão e há estudos que indicam que há cada vez mais pessoas que nem sequer têm televisores em casa. O meu tempo livre é cada vez mais escasso, por isso, tento usufruí-lo com tarefas mais agradáveis e úteis do que ver televisão.

 

 

Para quê pagar por um serviço – televisão por cabo – só por usufruir dele uma ou duas horas por dia? Por muito baixa que seja a prestação mensal, e todos nós sabemos que as campanhas são cada vez mais atractivas e agressivas, é dinheiro que todos os meses sai das nossas contas. E eu prefiro investir esse dinheiro noutras coisas.

 

 

Repensar as nossas vidas e reorientar os nossos objectivos por vezes é meio caminho andado para encontrarmos novas formas de poupar dinheiro.

 

 

Boas poupanças!

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Máscara caseira para as mãos e lábios

Sábado, 24.11.12

Agora que os dias estão mesmo, mesmo frios, as minhas mãos começam a ficar ásperas apesar de todos os dias colocar creme amaciador. Há alturas em que começam a doer e a gretar. O mesmo se passa com os lábios, apesar do batom contra o cieiro.

 

 

As mãos e os lábios são zonas muito sensíveis do corpo e sofrem muito com as mudanças de temperatura. Ora estão sujeitas ao frio da rua, ora ao quente dos ares condicionados. Por isso, todo o cuidado é pouco.

 

 

Sempre que as minhas mãos e os meus lábios começam a sofrer com o frio, e antes que o problema se agrave, de há uns anos a esta parte comecei a fazer máscaras de mel. O truque é muito simples e barato. Basta colocar mel nos lábios (não vale lambê-lo) e deixá-lo actuar durante cerca de 15 minutos.

 

 

Quanto às mãos, também as massajo com mel durante alguns minutos. Depois, calço umas luvas velhas de lã e deixo o mel actuar durante um quarto de hora. O calor das luvas faz com que o mel seja melhor absorvido pela pele. No fim desse tempo, retiro o mel que restou com água tépida. Garanto-vos que o resultado são umas mãos e uns lábios de veludo.

 

 

Experimentem! 

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Repare, não substitua

Sexta-feira, 23.11.12

Recentemente, os meus pais tiveram um problema com o esquentador. De um dia para o outro, simplesmente deixou de aquecer a água. O aparelho já não é novo, mas também não é antigo ao ponto de se justificar um problema destes. Por isso, decidiram procurar um técnico que reparasse a avaria.

 

 

Tendo em conta os tempos difíceis que vivemos, esta será sempre a melhor opção quando um qualquer aparelho se avaria. Mas tenha em consideração três pontos:

 

- mesmo que seja habilidoso de mãos, lembre-se que há experiências que não deve fazer, pois as consequências podem ser graves;

 

 

- faça bem as contas e veja se o valor que vai pagar pela reparação não é muito próximo do custo de um aparelho novo;

 

 

- escolha bem o técnico em cujas mãos coloca o seu aparelho. Com o gás não se brinca, assim como também não se brinca com a electricidade. Dê preferência a técnicos encartados ou, em alternativa, a alguém cujo trabalho conhece muito bem.

 

 

No caso dos meus pais, de início colocaram o esquentador nas mãos de um curioso, que não reparou nada apesar de lhes ter cobrado pelo trabalho. Optaram, então, por um técnico que de imeditao resolveu logo a avaria.

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Tou xim?

Terça-feira, 20.11.12

Há uns dias recebi um e-mail a alertar para os custos inerentes a uma chamada para telefones começados pelo prefixo "7". Muitas pessoas ainda julgam que estes números são gratuitos ou têm o custo de uma chamada normal para a rede fixa, o que não corresponde à verdade.

 

 

Consultando o Plano Nacional de Numeração da ANACOM, fiquei a saber que existem várias linhas de chamada na gama de numeração "7" e que a cada uma destas linhas tem um custo associados, que pode ir dos 0,10€/min aos 2€.

 

 

Várias empresas, instituições e organismos do Estado disponibilizam números de telefone começados pelo prefixo "7" sem alertarem o consumidor para o custo da chamada, seja através de telefone fixo ou de telemóvel. É o caso do Portal das Finanças. Outros, como é o caso do Portal do Cidadão, têm detalhado o custo de cada chamada, dependendo do operador que estejamos a utilizar.

 

 

É urgente que pelo menos todos os sites da administração pública, central e local, forneça esta informação para que todos os cidadãos tenham consciência do quanto poderão gastar numa chamada.

 

 

Quanto a nós, deveremos informar-nos primeiro para não sermos surpreendidos no fim do mês com despesas inesperadas.

 

Boas chamadas!

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Cartões de crédito

Sábado, 17.11.12

Pela primeira vez, este ano vi-me obrigada a pedir um cartão de crédito ao banco. Não porque esteja afogada em dívidas, mas porque para reservar voos e hotéis na Internet era-me sempre solicitado o número de um cartão de crédito.

 

 

Não o fiz com muita vontade. Os meus pais sempre me educaram a comprar produtos/serviços apenas quando tivesse dinheiro suficiente e tenho sempre seguido esta regra ao longo da minha vida. O único empréstimo que contraí na minha vida foi para a compra de casa. Sempre me fez confusão as pessoas que pediam empréstimos ao banco para irem de férias ou comprar consolas, por exemplo.

 

 

Ainda hoje, e apesar de já trabalhar há alguns anos, não tenho televisão por cabo, nem leitor de DVD, faltam-me cortinados e candeeiros em algumas algumas divisões da casa, mas não sou menos feliz por isso. Quando conseguir juntar dinheiro suficiente para adquirir esses bens sem ficar com a conta bancária a zeros, então pensarei nisso.

 

 

Voltando aos cartões de crédito, e com receio de que pudesse entrar numa espiral de endividamento, estabeleci desde o início algumas regras. Só o utilizarei nos casos em que este seja mesmo indispensável, como nos exemplos que referi no início e tentarei pagar a dívida nos 30 dias seguintes para não me serem cobrados juros. Além disso, pretendo usufruir de algumas regalias, como os prémios que posso ganhar com a acumulação de pontos.

 

 

Qual é a vossa relação com os cartões de crédito?

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